quinta-feira, 10 de maio de 2012

Paixão Cortes

João Carlos Paixão Cortes, folclorista, Santanense, símbolo identitário: personagem síntese do tradicionalismo, conforme Renato Mendonça, é um ícone do nosso Movimento Tradicionalista.
Em 5 de setembro de 1947, ao lado de sete colegas do Colégio Julio de Castilhos, galopou pelas ruas de Porto Alegre, conduzindo a Chama Crioula reascendendo as nossas tradições que estava sendo massacrada pelos modismos norte-americanos pós-II Guerra Mundial. Contando com o amigo Barbosa Lessa, pesquisou e registrou músicas, danças, sapateios, roupas, e gírias do gaúcho, recuperando assim raízes e  história do nosso Rio Grande.
Em 1948, também junto com Lessa, foi um dos organizadores do primeiro Centro de Tradições Gaúchas, o 35 CTG, em Porto Alegre.
Salve este glorioso homem gaúcho que aos seus 85 anos, continua preservando, difundindo e amando as tradições do nosso povo Rio-Grandense!